terça-feira, 8 de março de 2016



Sobre Elas...


Elas são filhas, irmãs, tias, primas, avós, mães. São meninas, são mulheres. São crianças, são adolescentes, são jovens, são idosas.




São sim, diferentes dos homens e, na minha opinião, tentá-las enquadra-las nessa categoria de igualdade, somente as desqualificaria.




São diferentes porque são, muitas vezes, mais emotivas, focadas, firmes e capazes de fazer muitas atividades simultaneamente.
Conseguem lidar com o esposo, os filhos, a casa e tudo isso ao mesmo tempo. Não é mole não!





Fico a imaginar um mundo só com pessoas a pensar e agir como homens. Que chato seria!! Da mesma forma se fosse só de mulheres, seria terrível.




Se sou o homem que sou é porque devo isso a muitas mulheres que por minha vida já passaram e as honro por isso, da mesma forma que certamente coopero para que algumas mulheres sejam o que são com parte de minha colaboração.




Que mal há nisso, nessa relação? Nada, não há nada de mau. Apenas a vida cotidiana de equilíbrio para qual, fomos criados para viver.




Quando digo que tal pessoa fez isso ou aquilo por ser mulher, é porque elas são sim diferentes dos homens e reagem diferentemente.




Vejo nessa diferença uma tremenda bênção e  beleza porque por aí o ciclo da vida humana se completa e se perpetua.

Não seríamos homens sem as mulheres e devemos reconhecer tal fato sempre, não apenas em um dia específico.

Contudo desejo Paz e Bem nesse dia a todas a mulheres que conheço e que, porventura venham a ler essas linhas.

Zé Libério


terça-feira, 21 de julho de 2015

Sou de Jesus mas não de igreja. Será que dá?

Olá!!
Não creio ser possível "ser de Jesus" e não pertencer à igreja. Seria uma contradição explícita da observação do mestre que disse que sua igreja seria edificada sobre ele mesmo e com toda a potência sobre as portas do inferno. A igreja é quem detém as chaves do Reino dos Céus e não indivíduos. (Mt 16.18 e 19)
Para "ser de Jesus" necessário é estar inserido num contexto de "uns aos outros" o tempo todo e todo o tempo, e essa expressão aparece mais de 40 vezes no novo testamento, e isso é igreja, logo, não vejo como desvincular uma coisa de outra.
Creio que igreja é o que as pessoas, em seguimento a Jesus são, e não o lugar onde elas vão e decidem dedicar seu culto semanal talvez.
A igreja é sim uma instituição criada por Jesus e ser contra ela é ser contra o próprio Senhor. 
Poderíamos organizar as igrejas de outras maneiras, sem ferir princípios bíblicos? Talvez sim, mas suas dificuldades não a excluem de um lugar especialíssimo na economia do Mestre.
É isso por hora.

Zé Libério

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Dúvidas frequentes entre jovens estudantes e profissionais


Oi pessoal,

em meu trabalho entre estudantes universitários por esse mundo afora, tenho ouvido e assistido esses jovens nas mais diversas situações. É uma parte importantíssima da minha missão.

Esses meninos e meninas se preocupam com o futuro, com seus relacionamentos, suas trajetórias, enfim; se preocupam com a vida. São pessoas normais.

Os textos que seguirão abaixo reproduzirão um desses momentos. É de uma estudante, agora já formada e trabalhando, que abre seus questionamentos em um grupo de facebook, cujo qual eu pertenço. Você poderá ler sua queixa e em seguida a resposta que ofereci.

Lá no grupo, muitos de seus amigos interagiram e comentaram também, contudo reservo-me o direito de publicar aqui somente minha posição.

Se entender que deve, comente e compartilhe, quem sabe poderemos ajudar a outros como essa moça.

Ah! É claro que não citarei a identidade da mesma.

E vamos para além de mais uma fronteira.

Paz e Bem

Zé Liberio


Segue o texto da moça:


"Gente,
queria um opinião/conselho bíblico de vocês e quem sabe abrir um debate.

Todos prestaram FUVEST, alguns com mais esforço do que outros...
No meu ano de FUVEST, não tive uma base muito boa, então tive que renunciar muita coisa pra estudar, inclusive tempo com amigos, o que me fez perder amizades até e deixou muitas pessoas magoadas. Foi uma fase que perdi, que não vai mais voltar. Fico na dúvida, se talvez não poderia ter sido mais leve e eu ter estudado e só "deixado acontecer"

Agora tô nesta de concurso, e também, tenho que renunciar muita coisa... Trabalhar e estudar... E tô em uma dúvida...
Vejo que a maioria das pessoas que passa, se esforça muito. Por outro lado, vejo que os personagens bíblicos, Moisés, Daniel, José, chegaram às suas missões sem muito esforço, apenas aconteceu pelo plano de Deus. Assim, fico na dúvida se o correto seria só estudar e deixar acontecer.

Sinceramente, vejo que este tempo de concurso, tem acabado com meus relacionamentos pessoais, então fico pensando, se é só uma fase de nos estabilizarmos, ou se é errado que seja deste jeito, porque sempre vamos achar que é só uma fase. Por outro lado, tenho medo de afrouxar os estudos, e não ser uma pessoa esforçada a ponto de passar...
Vocês conseguiram me entender?

Por favor, opinem..."



Segue minha resposta:


Oi menina, li e reli seu texto queixoso e gostei.

a) gostei por você ter demonstrado ali, sua tranquilidade e coragem em repartir seus pensamentos publicamente. Isso é difícil! 

b) Vejo que estás tu preocupada com suas amizades. Isso também é bom, pois não vivemos sós nesse mundão de meu Deus. Amizades são construídas com a dedicação de bastante tempo para que elas permaneçam e sejam, de fato, boas amizades. Sem esse ingrediente básico, sem boas amizades. Simples, não?


c)  De fato, em nossa existência, sempre haverá etapas[i] a ser cumpridas e desafios a ser vencidos. Alguns chamam isso de fases[ii], eu não, as etapas e desafios não são necessariamente os mesmos, talvez nunca se repetirão, uma vez cumpridas etapas e vencidos os desafios propostos estamos prontos para o que virá de novo e agora, com a experiência do já vivemos. Digamos que vai ficando pouco-a-pouco mais fácil a “coisa”. Já nas fases sempre se repetirá um padrão, normalmente são cíclicos ex.: as fases da lua, as fases das regras femininas, as estações do ano, as fases do dia (manhã, tarde e noite), etc.
Creio que, entendendo esses aspectos, a caminhada se torna mais fácil. Contudo, sempre sentiremos o peso das decisões que urgirem tomarmos e, sem dúvidas, pagaremos o preço do caminho escolhido. Portanto, toda atenção será pouca nesses momentos de definição.

Agora, dizer isso: vejo que os personagens Bíblicos, Moisés, Daniel, José, chegaram as suas missões sem muito esforço, apenas aconteceu pelo plano de Deus."  Ai, ai, ai , hein? Me parece que você leu as respectivas histórias entre uma estação e outra do metrô. Hahaha.

 José, foi rejeitado por seus irmãos e condenado à morte. Seus primos fizeram uma grana com ele. Sua patroa queria fazer “potifaria” com o coitado e por conta disso foi parar na cadeia antes dos 30 anos, esqueceram ele por lá e provavelmente saiu de lá depois dos 30. Teve sua prova de fogo com o rei do Egito, se falhasse custaria a sua cabeça, passou. No final, olhar nos olhos de seus irmãos mau feitores, se revelar sem rancor e ainda louvar a Deus por tudo o que havia ocorrido, caramba. Quase sem nenhum esforço.


Moisés, nasceu num contexto de perseguição étnico-político. À primeira vista tinha se dado bem sendo salvo da morte. Abandona  sua “boa-vida” de funcionário público federal e se mete a ser o libertador de um povo que, sequer, o respeitava. Sua primeira tentativa de mudar o mundo sozinho lhe custou 40 anos de exílio. A segunda vez, já mais maduro, coloca seu intento em ação com a ajuda do Criador, ainda assim, por mais um período de 40 anos, e agora no deserto com um povo de “dura cerviz”.


Daniel, viu seu país ser destruído por uma violenta guerra em que perderam. Foi retirado de lá à força, colocado numa posição, no mínimo, ingrata. Enquanto seus compatriotas, ou estavam mortos ou servindo como escravos braçais ele foi separado para comer da mesa do rei. Rejeitou.  Foi colocado para ser o chefe geral sobre tudo o que era hostil à sua religião, todos os magos e encantadores da Babilônia, serviu em três reinados e jamais abriu mão de seu relacionamento com Javé (YHWH). Custou-lhe uma pernoite forçada no “Lions Palace Hotel” de Babilônia e quase virou comida dos funcionários do mesmo. Envelheceu cheio de visões que perturbavam seus pensamentos e nunca pôde voltar à sua terra natal. Vidinha tranquila!


De tudo isso concluo o seguinte querida irmã:

1-) Cumpra bem as etapas que te forem propostas.

2-) Decida bem, não se abstenha de decidir nunca pois essa, será uma decisão ruim.

3-) Prepare-se para pagar o preço das decisões que tomar. Ele vai ser cobrado. Sendo assim, nunca faça algo do qual venha a se arrepender posteriormente, nunca.

4-) Siga o exemplo desses homens que você mesma citou. Como? Veja a linha mestra que os une e a outras personagens não citadas aqui. Creio que todos eles sentiam e entendiam como José esse princípio básico de vida que foi registrado no Livro dos começos, chamado Gênesis, no capítulo 39 frase 9 parte B. Reproduzo:
“...como pois faria eu tamanha maldade, e pecaria contra Deus?”

5-) Aqueles homens, não estavam dispostos a pecar contra Deus e se esforçaram, apesar das circunstâncias, a viver inteiramente para a Glória dÊle e ponto final. Creio estar aí o segredo!

6-) Tenho me esforçado para seguir esse princípio, confesso não ser fácil, para que o meu trabalho continue a alcançar jovens como você e outros que transitam pelas famosas arcadas. Parece-me que tenho sido honrado pelo meu Senhor nisso. Agradeço!

7-) Fazendo assim menina, você atingirá, aí sim, uma nova fase. A da maturidade que sempre será requerida mais e mais durante toda sua jornada.


Paz e Bem
Zé Libério


[i] e·ta·pa 
(francês étape)

substantivo feminino
1. Lugar de paragem de um exército em marcha, de um grupo de corredores, ciclistas, etc.
2. Distância de uma destas paragens a outra.
3. Prova .esportiva que consiste em transpor esta distância.
4. Distância percorrida de uma vez. = JORNADA
5. Cada uma das fases de um processo ou de uma .ação. = ESTÁDIO, PERÍODO
6. .Fato extraordinário que domina uma época.
7. Fase de uma doença.

"etapa", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, 
http://www.priberam.pt/DLPO/etapa [consultado em 10-12-2013].


[ii] fa·se
(grego phásis, -eos, aparição de um astro, informação judicial)
substantivo feminino
1. Cada um dos diferentes .aspectos da Lua e de alguns planetas.
2. [Figurado]  Cada uma das modificações que se dão em determinadas coisas.
3. Mudança de .aspecto.
4. [Eletricidade]  Cada uma das correntes alternas que compõem uma corrente polifásica.
5. [Física, Química]  Cada uma das partes .homogêneas de um sistema físico-químico, conforme a coesão das suas moléculas (ex.: fase contínua, fase dispersiva).
Confrontar: face.


"fase", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, 
http://www.priberam.pt/DLPO/fase [consultado em 10-12-2013].

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Apartheid?







Meu pai, seu Gabriel, recebeu em 1967 um convite para ir trabalhar na África do Sul, naquela época, se inteirou da situação  do país e decidiu ficar com a família por aqui em Sampa. 

Eu, em 1979, apesar de ter me saído melhor no teste para o papel em determinada apresentação teatral não pude fazê-lo pois todos, colegas e professores, concordaram com a seguinte frase de alguém na disputa " não seria possível que eu fizesse o personagem pois não era da minha cor de pele". Comentei em casa e ouvi a história de meu  pai e sua justificativa. " Lá, África do Sul, teríamos um tratamento ainda muito pior. Em razão disso, decidi não ir."  

A partir daí, e por conta própria, comecei a estudar para entender o que de fato acontecia no mundo sobre essa questão tão simples e altamente explosiva na sociedade ocidental da segunda metade do século vinte e muita coisa ficou clara, uma delas é a realidade do apartheid em diversos níveis e locais sendo talvez a mais importante a seguinte: não há lugar, no mundo em que eu vivo, a aceitação das pessoas com cútis "branca" para que aqueles que são negros e afins estejam em posições de liderança ou destaque.  A não ser que seja no noticiário policial, ou numa partida de futebol, coisas de somenos. É uma afirmação bem simples e pra lá de fundamentada.

O problema é que não tratamos disso claramente. Camuflamos o assunto, o evitamos, desconversamos e fazemos cara-de-paisagem quando surge a questão. Certamente há exceções, e creio que posso contá-los nos dedos, especialmente no Brasil. 

Já em 1982 foi minha vez de receber o convite, não para trabalhar, mas para passear em África do Sul com uma família amiga como presente de formatura. Confesso que fiquei tentado só para ver a coisa de perto, meus pais nem quiseram discutir o assunto. Não fui  e ainda deixei meus presenteadores muito tristes quando fiz uma pergunta bem simples, "se a gente poderia passear pelas ruas de Johannesburg juntos como fazíamos em nosso bairro, ou eu seria apresentado como acompanhante de estimação ?" A família amiga, de origem grega, foi sem mim. 

Anos depois, já terminando o segundo grau, em uma conversa com uma colega que trabalhava em uma agência de empregos, na verdade ela era a filha do dono, recebi uma informação, no mínimo curiosa, mas impossível de ser provada. Foi assim: " muitas empresas que requisitavam pessoas para as suas vagas disponíveis colocavam, em off, o seguinte requisito: qualquer pessoa desde que, não seja de cor ou afins" e essa moça ainda disse o seguinte quando a questionei sobre ela não tomar uma providência: " se mexermos com isso, vamos à falência." 

Seguindo o pensamento de Tata Madiba, chamado Nelson Mandela, não pretendo aqui a defesa da opressão de um grupo sobre outro, mas sim, a possibilidade de vivermos com dignidade e em condições de igualdade não interessando a cor de pele que ostentamos. 

Nesse momento de aparente consternação popular e, nem tanto, preciso perguntar: Quantos secretários de estado o Estado de São Paulo, maior da nação, tem que são de origem negra? E a prefeitura da maior cidade do país? Creio que só o Netinho e ainda assim porque ele é bom de voto, senão já era. 
Pertenço ao seguimento chamado Evangélico Protestante Histórico e conheço ou, quase desconheço, líderes de influência de origem negra. Será que eles não existem? Será pura coincidência? 

Finalizo afirmando o seguinte: Não adianta ficarmos "faceboookeando" em solidariedade a Madiba se não pararmos de brincar ou, continuarmos a fechar os olhos para o nosso comportamento "apartheitico".

Paz e Bem

Zé Liberio

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Ode ao burguês


O texto a seguir em muito me inspirou para o que virá a seguir.


Ode ao burguês

Eu insulto o burguês! O burguês-níquel,
o burguês-burguês!
A digestão bem-feita de São Paulo!
O homem-curva! o homem-nádegas!
O homem que sendo francês, brasileiro, italiano,
é sempre um cauteloso pouco-a-pouco!

Eu insulto as aristocracias cautelosas!
Os barões lampiões! os condes Joões! os duques
zurros!
que vivem dentro de muros sem pulos;
e gemem sangues de alguns mil-réis fracos
para dizerem que as filhas da senhora falam o francês
e tocam os "Printemps" com as unhas!

Eu insulto o burguês-funesto!
O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições!
Fora os que algarismam os amanhãs!
Olha a vida dos nossos setembros!
Fará Sol? Choverá? Arlequinal!
Mas à chuva dos rosais
o èxtase fará sempre Sol!

Morte à gordura!
Morte às adiposidades cerebrais!
Morte ao burguês-mensal!
ao burguês-cinema! ao burguês-tílburi!
Padaria Suissa! Morte viva ao Adriano!
"–Ai, filha, que te darei pelos teus anos?
–Um colar... –Conto e quinhentos!!!
Mas nós morremos de fome!"

Come! Come-te a ti mesmo, oh gelatina pasma!
Oh! purée de batatas morais!
Oh! cabelos nas ventas! oh! carecas!
Ódio aos temperamentos regulares!
Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia!
Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados!
Ódio aos sem desfalecimentos nem arrependimentos,
sempiternamente as mesmices convencionais!
De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia!
Dois a dois! Primeira posição! Marcha!
Todos para a Central do meu rancor inebriante
Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio!

Morte ao burguês de giolhos,
cheirando religião e que não crê em Deus!
Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico!
Ódio fundamento, sem perdão!
Fora! Fu! Fora o bom burgês!...


De
Paulicéia desvairada (1922) Mário de Andrade

terça-feira, 12 de junho de 2012

Simples mas profundo

Aquilo que é fundamental nem sempre agrada aos ouvidos humanos, incapazes de se sastifazer com respostas simples e diretas sobre temas aparentemente complicados.

Contudo, não devemos confundir simples com simplista.

Muitas vezes, teremos que fazer exercícios muito profundos em conteúdo para podermos tratar de temas complicados de maneira simples.

Grande desafio esse!!

Me fizeram uma pergunta simples sobre um tema profundo e, eu tentei responder.

Veja aew, são cinco minutos.

Se desejar, apreciarei os seus comentários.


Paz e Bem


Zé Libério

Conceitos e Pré-Conceitos

Vivemos um tempo interessante. Nunca se falou tanto em democracia e direitos alheios , etc. E, ao mesmo tempo, me parece que as pessoas se tornam cada dia mais intolerantes com opiniões divergentes das suas.
Podemos falar e nos expressar sobre tudo o que quisermos, desde que, não emitamos nossa opinião sincera a respeito do assunto porque imediatamente alguém dirá que somos preconceituosos.

É bem engraçado como as pessoas confundem conceitos com pré-conceitos. Parece-me não ser mais permitido, hoje em dia, emitir conceitos. Correremos o risco de sermos tachados de fundamentalistas, radicais ou coisas semelhantes.

Participei de um programa de TV e emiti meus conceitos a respeito de um assunto bem interessante, Tatuagens. E foi o que aconteceu na sequência. Descobri, pelas observações dos telespectadores, que sou pré-conceituoso.

Não atendi às suas tele-expectativas.

Se você quiser e puder veja o tal programa aqui. E eu adoraria saber seu comentário, se você achar que deve, é claro.

Paz  e  Bem

Zé Libério